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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Como colocar pastilhas no truque e sem sujeira - parte 2

Como vocês devem ter visto neste post, eu acho uma graça detalhes em pastilhas no banheiro.
Só que para colocar no nosso, que é super brancão, teríamos que quebrar as paredes e daria muito trabalho e gasto. Então, acabamos desistindo desse projeto por um tempo.
Aí, quando fomos comprar o espelho para o banheiro, achamos esse modelo, com moldura de pastilhas, que resolveu duas coisas: espelhou e decorou.
Ficou assim:



Compramos na Arte Própria de Moema, mas acho que tem loja virtual também.
E os detalhes das pastilhas da moldura:



Mais fácil ainda , né
?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A escolha do vestido – Parte 3 – A estilista certa

Bom, para terminar a saga que vcs leram aqui e aqui, hoje vou contar sobre a escolha da estilista e do vestido definitivo.
Eu já estava quase fechando com uma das estilistas que eu tinha visto antes, mas não estava 100% convencida, mas na falta de outras opções ia acabar fazendo cum uma das duas.
Aí, um belo dia, pesquisando num blog da vida, descobri a marca Pó de Arroz. E vi que entre os vestidos, tinha um que reunia todas as características que as outras estilistas disseram que ficariam bem para mim: decote em V, manga boba (uma espécie de manga falsa) e cintura marcada no lugar.
Mandei um e-mail para perguntar o preço do modelo e achei ótimo. Marquei uma reunião. A Penha estilista da marca me explicou que a reunião seria na oficina.
Já era início de janeiro e meu casamento seria em 21 de maio.
Cheguei no sábado no local marcado e era realmente a oficina. O ambiente era mais simples que das outras duas, mas instantaneamente me senti à vontade. Em nenhum momento ela forçou uma simpatia ou tentou se supervalorizar.
Não tinha provador, mas eu experimentei o modelo que tinha ido ver atrás de uma arara, que serviu de provador improvisado. Mas não ficou bom.
Aí, me passaram um outro modelo para experimentar. Ele vestiu perfeitamente bem e tinha uma característica que eu queria muito no meu vestido: renda.
Outra coisa que eu gostei foi a cor. O modelo que eu experimentei era off white. Fiquei superpresa em gostar, porque sempre pedia o branco e queria usar branco de qualquer maneira, mas quando vi o off white me apaixonei e mudei na hora.
Por outro lado, ele era tomara que cai e eu não queria usar este decote. Ao contrário do que todas tinham me dito, queria usar um decote quadrado, que eu gosto bastante. A Penha me falou que poderia fazer esse e outros ajustes e me mandaria o orçamento ainda naquele dia.
E realmente, no mesmo dia (um sábado), às nove da noite, chegou o orçamento do vestido com as alterações que eu queria, pois do modelo que eu havia experimentado, apenas seria mantido original da cintura para baixo, toda a parte de cima seria modificada e feita sob medida.
Gostei muito de ver, neste momento, que ela era uma pessoa que cumpria prazos. Para uma noiva, não existe nada mais reconfortante do que fornecedores que cumprem prazos.
Mesmo assim, quis pensar um pouco antes de escolher. Queria ponderar tudo.
Falei com algumas pessoas, inclusive com o noivo, e acabei me decidindo a fazer com a Pó de Arroz.
Na segunda reunião, ela foi na minha casa tirar as medias, olha que mordomia! Discutimos as idéias para o vestido e ela me mandou este croqui por e-mail:

Preciso dizer que amei tudo?

E já na primeira prova, ela tinha se mudado para uma loja super fofa nos Jardins. E continuou a mesma pessoa simpática de verdade e autêntica.
No total, foram três provas do vestido e durante todo o tempo me senti super segura. Ela acabou fazendo o vestido da minha mãe também.
Características dela que me cativaram:
1. Em nenhum momento ela me pressionou para fechar com ela ou me falou que estava em cima da hora para fazer o vestido. E faltavam 4 meses.
2. Ela sempre ouviu as minhas sugestões e aceitou numa boa nas vezes em que eu voltei atrás, como quando eu mudei o decote das costas. Tive que reduzir um pouco, porque do jeito que eu idealizei, na hora que vesti, não ficou bom.
3. O tempo todo, ela me transmitiu a sensação que estava fazendo o MEU vestido de noiva. Do jeito que eu sonhei. Ela não estava fazendo um vestido Pó de Arroz para eu usar no dia. Ela estava fazendo um vestido Fernanda para eu usar no dia.
4. Em todas as provas, eu e minha mãe nos sentimos super à vontade para fazer perguntas, sugestões, brincar. A gente se sentiu em casa e isso foi ótimo.
5. E uma das coisas mais agradáveis para uma noiva: ela entregou o vestido lindo e pronto com duas semanas de antecedência. Que mais uma noiva pode querer?
E deu tudo super certo. Quando chegou o momento, eu estava me sentindo bonita, confortável e super segura. Não tinha nada me incomodando, apertando ou para eu me preocupar.
Para a cabeça, usei uma flor de tecido da marca, no mesmo tom off-white do vestido e adorei.
A minha peregrinação pela rua das noivas e pelas outras estilistas serviu apenas para eu ter certeza de que tinha achado a estilista certa quando ela apareceu!
Para quem está pensando em fazer um vestido de noiva ou até de festa, ou só para conhecer a loja, recomendo a Pó de Arroz e a fofa da Penha de olhos fechados!
E este é o resultado final que eu amei. Achei que ficou com uma carinha vintage e bem romântico. Ah, e as fotos obviamente são de convidados, porque os fotógrafos não deram sinal de vida ainda!!

Eu entrando com o meu irmão

E depois da ceimônia, com o noivo, agora marido!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Receita do fim de semana: sopa de cebola com vinho

Agora, nessa minha nova fase de moça de família (rsss), tenho me arriscado a fazer algumas receitinhas mais legais. E as que forem dando certo, vou colocando aqui.

Essa receita, eu peguei na ChefTV, que é um canal que eu adoro. É daquela Trish Dasquantas, que é uma irlandesa que é especializada em culinária francesa.

Como no programa ela não deu as medidas, na hora de preparar a gente deu uma adaptada e acho que ficou bem legal. Rendeu quatro pratos bem servidos.

Os ingredientes:
5 cebolas grandes
2 dentes de alho
vinho tinto
caldo de galinha
manteiga sem sal
azeite de oliva
1 litro de água

O preparo:
Dissolva o caldo pronto (eu usei aquele de potinho, que é tipo um gel) em um litro de água fervente e reserve.


Corte as cebolas em fatias finas. Sugiro a ajuda de marido nessa fase. É uma coisa que une o casal, sabe? Os dois chorando de emoção ao cozinhar juntos em perfeita harmonia! rss
Fatie os dentes de alho.
Coloque o azeite, a manteiga e os alhos numa frigideira grande e funda ou numa panela grande e doure um pouco.
Acrescente as cebolas e deixe-as dourar. Não deve ficar crocante. Ela vai murchar e ficar macia e você vai ter vontade de comer a cebola com pão francês (eu tive, pelo menos), mas resista.

Nessa fase, acrescente, acrescente o vinho tinto seco e deixe ferver por uns cinco minutos. Eu coloquei o suficiente para praticamente cobrir as cebolas (mais ou menos meia garrafa). Usei vinho da uva Carmenere, uma coisa assim, sobras de casório, sabe?

A cebola começando a cozinhar com o vinho:


Depois de uns minutinhos, fica assim:


Quando o vinho tiver reduzido um pouco, acrescente o caldo e deixe cozinhar por meia hora.


Este é momento certo para tomar uma taça de vinho, no melhor estilo: cozinho e beberico.

E está pronto!

Na receita original, a Trish colocava a sopa em refratários individuais, colocava torradinhas com queijo por cima e gratinava no forno.

Na minha receita, a gente sai correndo para a cozinha, enche um prato bem fundo, pega pão francês e se delicia!

Foi um sucesso total lá em casa. Marido disse que estava melhor que a sopa de cebola do restaurante de Paris. Ulalá! Me senti o máximo! Naturalmente, não houve uma sobra.

Perfeito para dar uma animada nesse fim de semana gelado, né?

Se alguém fizer a receita, depois me conta se ficou bom? Vou adorar saber!

terça-feira, 14 de junho de 2011

A primeira foto do meu making off!!!

Voltei de lua de mel no domingo e agora mesmo estava dando uma olhada na net quando resolvi dar uma olhada no blog do Foco Studio, que foi a equipe que contratamos para fotografar o nosso casamento.

E eis que me deparo com esta foto maravilhosa do meu making off (clica que aumenta!). Me deu até uma taquicardia! Sério!


Preciso falar que não vejo a hora de ver as outras fotos?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Casar é preciso

Olá, garotinhas.
Apesar do meu sumiço, não abandonei o blog não.
O que está acontecendo, é que estou casando. Enlouquecidamente.
Explico: na última semana, já casei duas vezes. E aamnhã, caso pela terceira vez.
Sim, pois não basta casar, tem que casar muuuuuito. E olha que eu nem tinha esse sonho de casar, entrar na igreja e tal. O que eu queria mesmo, era achar um parceiro para a minha vida e isso eu encontrei.
E casei, três vezes.
No sábado passado, foi o mini religioso. Foi uma cerimônia super íntima, só com a família mais próxima (em torno de dez pessoas). E não me vesti de noiva. Usei um vestido super fofo da Le Lis Blanc, em tom de malva. Bem clássico.
Ontem foi o casamento civil. Aqui no cartório perto de casa, só seis pessoas contando comigo e o noivo. Mais uma vez, usei um vestido da Le Lis Blanc, em tons de rosa e cinza.
E amanhã, é o terceiro casamento. Dessa vez, será um evento maior, mas ainda assim será um miniwedding. Convidamos 80 pessoas. Estarei de noiva, leremos votos um para o outro, enfim, o nosso casamento, mesmo, será amanhã.
E eu estou me sentindo calma. Bem calma. Mas estranhamente na semana passada, tive uma alergia estranha nos braços e nas pernas. E na terça, comecei a ficar com tosse e afônica. Ontem fui ao hospital e falei para o médico: Vou casar em dois dias, ler votos e preciso de voz. Você pode me ajudar? Ele olhou minha gargante e não achou nada, nem um começo de inflamação. O pessoal daqui de casa e o noivo acham que é estresse do casório.
Estou tomando os remédios e espero melhorar até amanhã. Afinal, com a voz que estou, vou acabar manchando a reputação do meu noivo. Sim, porque os presentes vão achar que ele está casando com um travesti. E eu não quero isso para ele. Ele é tão bonzinho!
E domingo viajamos para nossa querida lua de mel, na França. Tudo, né? Passaremos três semanas por lá, conhecendo tudo, passeando e namorando.
E na volta, coloco meu blog, que eu amo, em dia. Conto o final da minha saga do vestido, publico os posts programados, conto da viagem, das comprinhas (rrss), do casório...
Enfim, até a volta!

O vestido de noiva (secreto, por enquanto)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Fernanda Casadoira: A escolha do vestido – Parte 2 – As estilistas erradas

Bom, depois de muito tempo, vou continuar a contar a saga da escolha do meu vestido. A demora se deve a essa correria incrível que acontece na nossa vida quando vamos casar. Para vocês terem idéia, no mês de março, tivemos reuniões com fornecedores, depois de trabalhar o dia inteiro, pelo menos em três dias da semana, em todas as semanas. Então imagina, o cansaço. Mas pelo menos fechamos tudo. Yay! Depois eu conto essa parte também!

Mas voltando ao vestido, depois da minha traumática visita à Rua São Caetano, decidi que contrataria alguém e faria meu vestido sob medida. Apesar de ser mais caro, achei que o fato de fazer tudo exatamente como eu queria, valeria a pena.

Assim, comecei a pesquisar em blogs de casamentos (aliás, metade dos meus fornecedores vieram de blogs) e quando via vestidos e estilistas que eu gostava, mandava e-mail perguntando quanto saía, em média, o vestido. Porque não ia perder meu tempo ou da profissional se o preço estivesse além do meu orçamento, né?

Aos poucos, fui selecionando e marquei uma primeira reunião com uma estilista que tinha feito um evento para um blog top de casamentos. Eu gostei do estilo dos vestidos, que eram bem o que eu estava buscando.

Dito e feito, fomos eu e minha mãe para a tal da reunião. Chegando lá, conversamos bastante sobre o que eu queria, o estilo do meu casamento e coisas assim. Ela ia anotando tudo e uma das coisas que mais me chamou atenção foi que ela fazia referências ao que ficaria bom para o meu corpo, mas ela só tinha me visto de pé ao entrar, depois eu fiquei sentada atrás da mesa. E em nenhum momento, ela chegou perto de mim ou tentou me medir ou pediu para eu experimentar alguma coisa para ver se ficava bom. Além disso, eu não saberia dizer se ela teria dentes, porque não sorriu nem uma vez. Saí de lá com uma sensação de que ela era extremamente séria, e, para dizer a verdade, não me senti à vontade com ela.

Mas mesmo assim, marquei uma segunda reunião para ela me mostrar os croquis. Ela me mostrou três desenhos, que eu achei até interessantes, mas como eu já estava marcando uma reunião com outra estilista, deixei para decidir depois. Nessa reunião, esta estilista fez algo que eu achei o fim da picada: foi grossa com a minha mãe. Eu e minha mãe estávamos vendo os croquis e perguntando sobre qual tipo de tecido ficaria bem em cada detalhe, quando minha mãe fez uma pergunta específica sobre um dos tecidos. A meiga da estilista, virou e respondeu para minha mãe: Não sei, não sou engenheira têxtil. E num tonzinho que dizia, Olha a senhora está me enchendo.

Bom, eu não trabalho na área de casamentos e nem no comércio, mas tenho a impressão que destratar a mãe da noiva nunca é uma atitude correta.

Apesar disso, deixei este estilista em espera, porque queria ver uma segunda estilista. Esta eu também tinha conhecido por blogs, mas foi em um evento.

Também marquei uma reunião e fui lá com a minha mãe. Esta estilista tinha um estilo muito diferente da outra. Logo que cheguei lá, parecia que ela era a minha melhor amiga. Me chamava de Fê, me abraçava, sorria horrores. Era super simpática. Me fez experimentar algumas coisas por lá e começou a falar sobre o que ficaria bem no vestido.

E esta segunda estilista teve uma atitude que me incomodou. Quando falei como seria o meu casamento, ela começou a dar váários pitacos de como eu deveria fazer. Que não deveria ser jantar, que a comida deveria ser servida de tal maneira, que tinha que ter uma pista de dança assim e assado. E eu me vi na posição de ter que defender o jeito como eu queria fazer a minha festa. Coisa que naturalmente não fiz, porque não tenho que ficar me justificando sobre as minhas escolhas e do meu noivo para uma pessoa que eu nem conheço e que nem me conhece, né? Tipo, quando a filha dela casar, ela dá pitaco, que tal?

Outra coisa que me chamou muito a atenção foi que ela falava exatamente as mesmas coisas que a primeira estilista. Tudo igualzinho! Como deveria ser o decote, onde deveria ficar marcada a cintura, todos os detalhes do vestido, as duas falaram exatamente igual. E isso me levou a uma conclusão: se as duas falam exatamente as mesmas coisas para mim, isso só que dizer que essas características que elas querem para o meu vestido, são uma coisa super óbvia para os estilistas. Então, nenhuma é tão sensacional assim. Isso deve ser o be-a-bá da escola de moda.

E com essa conclusão, continuei procurando e encontrei a minha estilista, mas isso fica para o próximo post.


Tantas escolhas...

terça-feira, 8 de março de 2011

A escolha do vestido – Parte 1 – Na rua São Caetano

Finalmente, depois de muito enrolar, resolvi contar sobre a escolha do meu vestido de noiva.

Eu fiquei noiva em maio do ano passado, mas só em novembro marcamos a data, para maio deste ano.

Com isso marcado, pude finalmente começar a correr atrás das coisas. E uma das primeiras coisas que fui ver, foi o vestido de noiva.

Já tinha alguns modelos em mente e alguns detalhes que eu gostaria que ele tivesse, que eu só vou falar depois do casório, pois noivo lê o blog. J

Não queria alugar e sim comprar, porque para mim parece muito estranho gastar uma grana enorme numa roupa e depois ter que devolver, porque ela não é sua. Ainda mais algo assim significativo, como o vestido de noiva.

Aí, no final do ano passado, aproveitei minhas férias para começar a busca pela rua das noivas, a famosa Rua São Caetano, aqui no centro de SP. Para quem não conhece é uma rua que tem várias lojas de vestido de noiva e acessórios para casamentos uma em cima da outra.

Por mais que eu achasse que seria difícil encontrar meu vestido lá, achei que deveria aproveitar para ter essa experiência. O meu objetivo maior era ter uma idéia de preços e poder sentir os materiais e ver os vestidos de perto, já que eu ainda não tinha visto nada.

Como eu esperava, não encontrei nada do meu gosto. Queria algo simples e bonito. E os modelos que eu vi por lá eram exagerados demais, com brilhos, super rodados e nada a ver comigo.

Além disso, fiquei super impressionada com o desespero dos vendedores. Na primeira loja em que eu e minha amiga (e madrinha) fomos, me senti super pressionada e irritada. A vendedora, que me chamava de Alessandra o tempo todo, por mais que eu repetisse que meu nome é Fernanda, tentava a todo custo me fazer entrar num vestido. O interessante é que eles afirmavam que o atendimento era super personalizado. Talvez para a Alessandra, porque para mim, a Fernanda, passou longe disso.

Segundo a vendedora, quando eu vestisse um vestido de noiva seria algo maravilhoso, incrível. Quando eu disse que não ia experimentar nenhum vestido naquele dia, pois estava com pressa (o que era a mais pura verdade), ela passou a me pressionar para marcar uma data e horário para que eu voltasse. Não marquei nada e fui saindo, com a vendedora e o pseudo-estilista me seguindo até a porta e ainda pressionando. Quando eles viram que eu não ia marcar nada mesmo, me ofereceram, sem que eu pedisse, um desconto de mais de R$ 700,00. Esse era o tamanho do desespero deles.

Esta primeira loja que eu fui, era uma das melhores da rua, mas nas outras o desespero não era tão diferente.

Era comum me oferecerem descontos do nada sempre que eu ia saindo, além do que, nas lojas mais simples, os vendedores ficam na porta chamando as noivas para entrar. Tem algo mais deprimente?

Outra tática comum deles é falar que a gente está indo ver o vestido muito em cima da hora. O plano é deixar a noiva, um ser naturalmente estressado, mais ansiosa ainda para que ela feche logo o vestido com eles. Chequei a ouvir, em outra loja boa, que eu deveria definir o meu vestido em no máximo 15 dias, ou não daria tempo!!

Em resumo, valeu como experiência, e me ajudou a ver com que tipo de profissional eu queria fazer o meu vestido, mas como este post já está gigante, essa história fica para o próximo.

Praticamente a minha reação na rua São Caetano

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fernanda Casadoira - Fornecedores loucos (desabafo)

Aviso: Este é um post desabafo.

Por que alguns fornecedores são loucos?

Por que uma decoradora acha que pode cobrar caríssimo para decorar um espaço para 80 pessoas que já é lindo (e bem decorado)?

Por que quando ela fala para vc sugerir um novo valor, você sugere o valor X e ela te cobra X + 1000,00?

Por que os fornecedores que você tenta contatar somem depois de repente?

Por que parece que é um favor que eles te fazem de responder quando você vai pagar pelos serviços deles?

Por que eles insistem em não ouvir os clientes e pagantes dos serviços, vulgo noivos?

É oficial, os forncedores me tornaram uma bridezilla.


Super me solidarizo com as bridezillas agora.

Acho que todas as noivas deveriam tomar esteróides e raios gama e sair por aí gigantescas e derrubando prédios em Tóquio!

E digo mais: por essas e por outras que estou em férias de casório por período indeterminado.

Agora a bola está na quadra de noivo, porque estou prestes a cortar a jugular de alguém! E acho que isso não é bom para uma mocinha casadoira como eu contatar fornecedores!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Look do dia: Casório do meu irmão

Pois é. Este ano teremos dois casamentos nesta família.
Ontem foi o casamento do meu irmão e em maio será o meu.
Como quero fazer o meu dia da noiva em casa, aproveitei para chamar um possível candidato a meu maquiador/cabeleireiro para vir aqui em casa.
Detalhe, como eu fui madrinha do meu irmão também no cartório, que também era ontem, chamei o cabeleireiro e maquiador para chegar aqui em casa às 6:30 da madruga. Cruel!

E o resultado do make foi esse (por favor, desconsiderem a cara meio blé, eu tinha acordado às 5:30, pô):


8:40 da manhã
Essa foi a foto que deu para ver a maquiagem melhor.
Os produtos que ele usou em mim foram:

Paleta de corretivos Kryolan (me senti tão ryca!)
Base cremosa Smashbox

Pó solto MAC

Blot MAC
Blush Metal Look (uma coisa bem Hi-Lo-rss)

Sombras MAC (vááárias)
Rímel Diorshow

Batom Fast Play MAC (o meu, que é para eu poder retocar durante a festa)


E com o calor absurdo que anda fazendo nesta cidade, pedi um cabelo todo preso. Ele se empolgou e quis prender até a franja. Achei uma boa (justamente por causa do calor), mas fiquei com medo que ela despencasse na minha testa no meio da festa. Mas ele falou que isso não aconteceria e eu confiei.
O cabelo foi assim:


O cabelo atrás. Adorei esses volumes dos coques

E para provar que o make e o cabelo duraram a festa inteira, apesar do calorão. Para vocês terem idéia, eu suei tanto, mas tanto, que a ponta dos meus dedos ficou enrugada com a umidade. Eu nem sabia que isso era possível! E por favor, desconsiderem a minha grinalda de colar de havaiana, tá?
15:35

Detalhe: com o calor absurdo que estava fazendo (e o casório foi num sítio), eu já tinha inclusive molhado o rosto no banheiro e a pele continou feita. Achei o máximo. E o cabelo também, intacto.
Pois é, tenho a vaga impressão que já tenho meu cabeleireiro/maquiador escolhido...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Fernanda Casadoira - Update

Ai, essa vida de moça casadoira não é nem um pouco fácil.

Veja bem, faltam menos de quatro meses para o casório (hiperventilando, hiperventilando - rsss) e até o dia 09 deste mês, não tinha nada fechado oficialmente.

Claro que já tínhamos corrido atrás de várias coisas, mas não tinha nada assinado ou pago em relação ao casório.

Mas aí, na semana do dia 10, fechamos várias coisas:
1. O local. Foi uma novela, que talvez eu conte aqui (ou não, porque só de lembrar já me estressa), mas conseguimos fechar. Só lembrando: casaremos no mesmo local onde ficamos noivos.
2. Assessoria do dia. Decidimos investir no nosso conforto e achamos que uma assessoria do dia seria essencial para aproveitarmos o nosso miniwedding que estamos planejando com tanto carinho.
3. Fotógrafos. Um dos itens no qual mais investimos $$. O raciocínio foi: as fotos vão ser as lembranças que vamos levar para sempre e ainda mostrar para as milhões de gerações vindouras (exagerei? rssss). Ou seja, queremos belíssimas fotos.
4. A Lua de Mel. Yay!!!!!!!!!!!!!!!!! Presente maravilhoso que ganhamos dos pais de noivo! Serão 21 dias passeando. Tudo de bom!
5. O vestido. Yay!!!!!!!!!!!!! Este vai merecer um post à parte. Contando como foi, porque o modelo, só depois do casório, claro!

E agora que já fechamos local e data, podemos correr atrás de convites e todas as outras coisas que faltam.

Vou falar uma coisa, quem pensa que miniwedding não dá trabalho, está bem enganado. Ele é para menos pessoas, mas tem todas as coisas que os outros casamentos têm. A grande vantagem (para mim), é que como ele é em escala menor, dá para ter mais atenção aos detalhes. Além disso, é bem legal para personalizar com a nossa cara. Como é pequeno, dá para fugir um pouco das coisas mais padrão, esperadas. Dá para usar mais a criatividade e deixar ele do nosso jeitinho. Pelo menos é como eu espero que seja!!

Muitas coisas boas para pensar

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fernanda Casadoira - Suspense


Em breve, novidades do casório

domingo, 9 de janeiro de 2011

Nova tag - Fernanda Casadoira

Oi!

Faltando pouco mais de quatro meses para o meu casório (ai, meu deus! ai , meu deus!!-rsss), resolvi criar uma nova tag para o blog, o Fernanda Casadoira, porque a real é que neste momento, nada me interessa mais do que bem casados e afins.

E aliás, já que falei de doces, aproveito para contar que resolvi (como toda noiva) começar uma dieta. Sei que tá meio em cima da hora, mas eu penso que o que vier (ou no caso, for embora), é lucro. E naturalmente a dieta começa amanhã, segunda-feira, dia 1o, um número redondo... rsss

Vou fazer uma dieta que uma nutricionista me passou ano passado e que é claro, não segui direito e depois de um um tempo simplesmente abandonei (shame on me).

Ah, e um update casadoiro: com pouco mais de quatro meses para o casório, temos várias coisas conversadas com os fornecedores, mas nada, repito, nada fechado. Ai, meu deus! Ai, meu deus!!! Pânico!

PS: Ok, serei sincera, o pânico ainda não chegou, mas a aflição está a mil!