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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Sopa fria de tomate e pimentão



Sopa? Nesse calor?
Sim!
E muita.Essa sopa não só pode ser tomada fria, como fica ainda melhor GELADA!
E fora isso é fácil, fácil de fazer.
Ela é prima do gaspacho, mas mais fácil e mais rápida.Tem menos ingredientes e menos preparação.

Como prato principal para duas pessoas ou entrada para quatro, você vai precisar:


5 tomates maduros cortados em pedaços grandes (usei o italiano)
2 pimentões vermelhos (não tinha, usei o amarelo mesmo) picados e sem a parte branca de dentro 
1 ou 2 dentes de alho sem casca (usei 2 e ficou bem ardidinho, do jeito que eu gosto)
2 fatias de pão de forma sem casca
300 ml de água
1 colher de sopa de vinagre
1 colher de sopa de azeite
sal a gosto

A receita:

1. Coloque tudo no liquidificador.
2. Ligue o liquidificador.
3. Desligue o liquidificador quando estiver tudo batido.

Atenção: muito cuidado para não esquecer nenhuma etapa desta dificílima receita!


Diquinha:Uma coisa que eu gosto de fazer é tirar a pele do pimentão, mas não é essencial. Para tirar a pele, a dica é espetar o pimentão num garfo e queimar na boca do fogão até ficar preto. Depois deixa esfriar e tira apele com um papel toalha ou embaixo da torneira.


Como eu disse: eu GOSTO de tirar a pele do pimentão:



Olha a cara de incendiária feliz da pessoa!




Por que não uma tacinha de espumante para acompanhar. né?

domingo, 16 de novembro de 2014

Geléia de damasco do Cozinha Prática

Fiz a receita dessa geléia e me surpreendi.
Muito fácil e muito gostosa.
Mesmo marido, que não gosta de damasco, aprovou.



Como fiz igualzinho à receita original (milagre!), vou deixar o link para quem quiser fazer aqui.
Recomendo muito para quem quiser uma opção de geléia caseira, sem conservantes e sem açúcar (e que rende um potão!).
Ah, e o principal, muito saborosa!



PS: Acabei de lembrar que não fiz igual (claro). Não tinha água de laranjeira, então não coloquei, mas deu certo!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Fundo de alcachofra com recheio de quinoa

Infelizmente, não dá para viver de pernil de cordeiro todos os dias. Mas não é porque você quer comer melhor e mais saudável que tem que abrir mão do sabor e do prazer de comer. Foi por conta desse pensamento que comprei recentemente o livro "Cozinha natural gourmet" da chef Tatiana Cardoso.
As receitas me pareceram fáceis, mas saborosas. E ainda que todas sejam vegetarianas, acho tem boas idéias de pratos principais ou até acompanhamentos para onívoros, como eu!
Para testar, me inspirei nessa receita que me pareceu fácil e para a qual eu já tinha tudo em casa. Nesse caso, fiz algumas adaptações apenas para aproveitar melhor o que eu tinha.

Para duas pessoas, eu usei:
4 fundos de alcachofra congelada 
1 xícara de quinoa
2 xícaras de caldo de legumes caseiro
azeite
1/2 xícara de cebola roxa bem picadinha (eu só tinha a roxa, mas serve a que você tiver)
1/2 xícara de cenoura baby em rodelas finas (de novo, era o que tinha, você pode usar cenoura normal, se preferir)
sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de chá de suco de limão
1 colher de sopa de raspas de limão


Levinho, mas alimenta

A primeira coisa a fazer é lavar a quinoa, escorrer e colocar para cozinhar no caldo de legumes com pouco sal.
Em seguida, preparei a alcachofra conforme consta da embalagem (ou seja, cozinhei com um pouco de sal).
Numa frigideira, coloque azeite e refogue a cebola e a cenoura. Nessa fase, era para por vinho, mas como eu não tinha, coloquei um pouco do caldo de legumes para cozinhar e amaciar a cenoura.
Quando estiver cozido, acrescente a quinoa e desligue o fogo. Acrescente o suco de limão e as raspas e recheie os fundos de alcachofra.
Para finalizar, reguei com um fio de azeite e servi.
Ficou bem gostoso e refrescante por causa do limão.
Nós comemos só isso como prato principal, mas acho que deve ficar ótimo como acompanhamento para um peixe.

domingo, 12 de outubro de 2014

Massa com alcachofra (quase) leve para o verão

Bom, a massa é quase leve, porque na verdade, nenhuma massa é leve, né?
Mas essa eu fiz no domingo, quando fez 35° aqui em São Paulo e eu e marido ficamos bem.
Acho que o pulo do gato dessa massa é que não tem molho nenhum. Além disso, usei massa integral, porque é sempre melhor, né?

Para duas pessoas comerem bem (de verdade, com direito a repetição generosa):
meio pacote de espaguete integral
5 fundos de alcachofra (usei congelado, mas também dá para usar em conserva ou fresco, claro)
200 gramas de tomate cereja (uma dessas caixinhas de mercado básica)
2 dentes de alho picados
3 colheres de sopa de azeite
sal e pimenta do reino a gosto
manjericão fresco a gosto





A primeira coisa a fazer é ver se a alcachofra precisa ser cozida. Se você usar a congelada ou a fresca é necessário cozinhar antes. No caso da congelada, é só seguir as instruções da embalagem e quando ficar pronto, escorrer e reservar.
Nesse meio tempo, já dá para colocar a água do macarrão para ferver com sal e óleo.
Agora é hora de cortar os tomates na metade e picar os dentes de alho e reservar.
Caso a alcachofra esteja fria o suficiente para você não se queimar, é hora de cortar em tiras. 
Numa frigideira grande, coloque metade do azeite e frite as alcachofras até começar a parecer frita (sei que essa descrição é estranha, mas na hora vai dar para perceber o que eu quis dizer).
Acrescente o alho e deixe fritar mais um pouquinho, só para perfumar tudo. Tome cuidado para não deixar o alho escurecer muito, senão fica amargo.
Por fim, acrescente o resto azeite e os tomates e deixe por cerca de um minuto e desligue o fogo. Os tomates devem sair bem inteiros.
Escorra o macarrão, acrescente o molho e rasgue as folhas de manjericão e jogue por cima.
Fica leve, gostoso e alimenta.
Acho que com um vinho branco geladinho deve ficar ótimo.


domingo, 10 de novembro de 2013

Salada de cuscuz marroquino com tomate cereja

Já falei aqui sobre como sou fã do cuscuz marroquino para uma refeição rápida e leve, né?
É algo que cai super bem na despensa de qualquer pessoa ocupada ou com pouco tempo.
E hoje, que está um calor que está fazendo aqui em São Paulo, resolvi usar o cuscuz marroquino como base para uma salada.
Ficou leve, refrescante e uma delícia.
E não demorou nada. E foi muito, muito fácil.
Então, na verdade, o que eu passar para vocês hoje não é exatamente uma receita, é mais uma dica.



Para o cuscuz:
Colocar meia xícara de cuscuz num refratário e acrescentar meia xícara de água fervente com sal e deixar quieto por pelo menos cinco minutos.

Para o tomate:
Pegue cerca de dez tomates cereja (a quantidade é totalmente opcional, vai do seu amor pelo tomate), corte ao meio e coloque num pote com um pouco de sal e um toque de vinagre balsâmico. Ponha na geladeira por meia hora.
O sal vai extrair um pouco do suco do tomate e vai fazer uma espécie de molhinho natural muito bom.

Passado o tempo do tomate, retire da geladeira e misture com o cuscuz. Se quiser, acrescente um pouco de manjericão fresco e um fio de azeite e está pronto.


É o suficiente para duas pessoas e é um ótimo acompanhamento para praticamente qualquer coisa.


domingo, 20 de outubro de 2013

Suflê de espinagre light (e fácil)

Sei que as palavras light e fácil não combinam com suflê, mas garanto que essa receita é exceção.
A primeira vez que vi foi no site Gostosinhas (está no meu blogroll), que apesar do nome sugestivo é um site de receitas lights e, como como o nome diz, gostosas.
A receita do Gostosinhas era de suflê de palmito, mas como marido não gosta, sempre fiz de outras coisas, sendo que o meu preferido é de espinafre. Claro que além do ingrediente também dei uma alterada na forma do preparo, senão não seria eu. Rsss





Os ingredientes (para duas pessoas):
3 bolinhas de espinafre congelado picado
3 ovos
1 xícara de leite semi desnatado
1 colher (sopa) de farinha de trigo
3 colheres de sopa de parmesão ralado
sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

Preparo:
Separe as claras das gemas e deixe o espinafre descongelando numa peneira para drenar o excesso de água.
No liquidificador, bata o leite semidesnatado, as gemas, o parmesão, a farinha de trigo e um pouco de sal.
Leve ao fogo para engrossar (sempre mexendo) e tempere com a pimenta e a noz moscada e se for necessário, ponha mais sal. Quando engrossar, retire do fogo, misture o espinafre e reserve.
Coloque as claras numa batedeira muito seca (se tiver uma gota de água, já zoa o ponto) e bata até ficar em neve firme, vai levar uns três minutinhos.
Misture com o creme de espinafre aos poucos. Eu gosto de ir colocando um pouco, misturo um pouco, coloco mais um pouco e assim vai. Esse é o ponto crítico da receita, na minha opinião, então é legal fazer com calma e paciência.
Despeje num refratário ou ramequins individuais untados e leve em banho maria ao forno pré aquecido a 180° para assar até crescer e dourar. Vá sempre olhando, mas deve levar entre 45/50 minutos.
Quando você tirar do forno, vai dar uma murchadinha básica, mas faz parte (acho).
Fica uma delícia e combina super com uma saladinha.





Também é uma boa opção light para uma noite fria em que você não quiser tomar uma sopa, por exemplo.
E é bem versátil. Você pode trocar o espinafre por qualquer coisa que quiser. Já fiz com brócolis e ficou muito bom também!

domingo, 13 de outubro de 2013

Pasta alla Norma, que delícia!

Vi essa receita pela primeira vez na TV e confesso que achei meio estranha.
Não fez muito sentido para mim um macarrão que tem molho com rodelas de beringela frita.
Mas quando fui no mercado e vi uma beringela linda, sorrindo para mim, não resisti e pensei em fazer essa massa para ver o que acontece.
E me surpreendi muito.
Com certeza farei mais vezes, porque foi um sucesso lá em casa.
Não é exatamente difícil, mas é um pouco trabalhoso, porque tem etapas separadas.


Ingredientes (para duas pessoas se alimentarem a valer):
200 g de ricota (usei de búfala, porque só tinha essa no mercado, mas achei que ficou ótimo)
1 lata de tomates pelados
um punhado de folhas de manjericão fresco
1 beringela grande fatiada em rodelas fininhas
½ cebola picada
2 dentes de alho
sal a gosto
½ pacote de espaguete (parece que com penne também fica bom, mas ainda não fiz)
São poucos ingredientes, então sugiro que você tente usar os melhores que puder, porque se um deles não estiver muito bom, não vai ter onde se esconder.

Preparo:
A primeira coisa a fazer é fatiar a beringela bem fininha. Como minha habilidade com facas não é tão incrível, usei um mandolin (ou mandolina).
Depois você coloca as rodelas de beringela num escorredor de arroz, de salada ou numa peneira alternando uma camada de beringela com um pouco de sal grosso. Vai repetindo até acabar com a beringela e cobre isso com um prato com peso em cima (usei um pote pesado). 
Deixe assim por uma hora. Isso vai tirar o sumo amargo e ácido da beringela (sai um líquido escuro). E percebi que com isso, ela deixa de ser indigesta. Para mim não cai bem, mas eu amo e agora que descobri que isso funciona, vou fazer mais vezes.

Nesse meio tempo, se quiser, pode fazer o molho mais simples de todos.
Refoque a cebola numa panela com azeite e acrescente o alho. Quando chegar no ponto que você quer (gosto da cebola transparente e o alho levemente frito, sem ficar marrom), acrescente a lata de tomate pelado.
Com uma colher de pau, dê uma esmagada nos tomates, acrescente um pouco de sal e deixe apurar por uns dez a quinze minutos. E desligue.

Depois de uma hora, volte para a beringela e lave para tirar o excesso de sal. Seque para tirar a água. Eu usei um pano de prato limpo e me senti a dona de casa das antigas. Amei! rsss

Já coloque a água do macarrão para ferver com sal e um pouco de óleo enquanto vai fritando as beringelas. E quando ferver, acrescente a massa e cozinhe de acordo com seu gosto. Prefiro al dente, que é a massa mais firme, mas não dura.

Numa frigideira, coloque cerca de meio centímetro de óleo para fritar a beringela. As primeiras vão demorar mais para fritar. Vire para dourar ou deixar marronzinha clara (que eu prefiro) dos dois lados e coloque em papel absorvente para ficar mais sequinha. Frite todas e reserve.

Quando a massa estiver pronta, escorra e coloque numa travessa e acrescente o molho de tomate (que você pode esquentar um pouco nesse momento, se quiser), a ricota esfarelada (usei os dedos) e as folhas de manjericão rasgadas. Misture e coloque as beringelas fritas e dê uma última mexida.

Se quiser, deixe umas fatias de beringela para enfeitar o prato.


Com o amigo, vinho tinto

Vou dizer uma coisa, essa massa é surpreendente. Muito saborosa e apesar de tudo, leve. Vale a pena.

sábado, 15 de junho de 2013

Torta (fácil) de queijo e cebola

Atrás de receitas para congelar e deixar prontinha em casa, fui olhar nos meus livros e vi essa receita de torta de queijo do livro Culinária Expressa, editado pela Publifolha.
Primeiro fiquei  meio passada porque não sabia que dava para congelar torta, mas depois resolvi arriscar.
Outra coisa que eu adorei foi que com a dica do livro, a massa ficou sensacional. Muito boa mesmo. Sabe a massa podre perfeita? Pois é, rolou.




Os ingredientes  para o recheio:
1 colher de sopa de azeite
1 cebola grande picada
sal e pimenta do reino moída na hora
1 ovo
200 g de emmenthal ralado (acho que dá para substituir por qualquer queijo amarelo e saboroso de qualidade)

Os ingredientes para a massa:
225 gramas de farinha de trigo comum (medi pelo cálculo de que 1 xícara de farinha tem em torno de 120 gramas, ou seja, usei mais ou menos 1 xícara e 3/4 de farinha)

125 gramas de manteiga (pequei um tablete de manteiga aviação salgada de 200 g e medi mais ou menos metade mais um dedo e cortei)
2 colheres de sopa de água gelada 
1 ovo para pincelar

O preparo do recheio:

Preaquecer o forno a 200º.
Refogar a cebola no azeite em fogo baixo com uma pitada de sal até ficar macia e transparente. Colocar numa tigela e deixar até esfriar completamente.
Em outra tigela, misture bem um ovo com o queijo e despeje na cebola fria.
Nessa hora, verificar se precisa de sal e pimenta.

O preparo da massa:
Peneirar a farinha numa tigela grande (se for usar manteiga sem sal, peneire junto uma pitada de sal).

Adicione a manteiga cortada em cubos.
Amasse a manteiga e a farinha com as pontas dos dedos até ficar com uma consistência de farofa grossa. Adorei fazer isso. Achei bem relaxante, de verdade.
Adicione cerca de duas colheres de sopa de água gelada e misture até fazer uma bola de massa.
Cubra com filme de pvc e deixe na geladeira por 30 minutos.

Dicas para a massa:
O ideal é que durante o preparo, a massa fiquei o mais fria possível. Para isso, podemos fazer o seguinte:
Lavar as mãos antes de mexer na massa (para ela ficar limpa e fria)
Usar os ingredientes gelados (separe todas as quantidades e deixe na geladeira. Eu deixei até a farinha gelando)
Essas dicas estão no livro e acho que fazem mesmo muita diferença.

A montagem:
Divida a massa em duas porções e abra-as num superfície enfarinhada. Não se preocupe se ela se despedaçar um pouco, você sempre pode fazer uma emenda (eu fiz vááárias).

Use uma metade para forrar a forma subindo pelas laterais. Outro truque, dessa vez meu: forrar a forma com papel manteiga (fica mil vezes mais fácil tirar a torta depois).
Espalhe o recheio e coloque o outro disco de massa por cima. Ajuste as bordas, cortando e emendando loucamente (ou só quando necessário, o que para mim significa loucamente). Antes de colocar para assar, faça dois cortes  no centro da torta para o vapor sair.
Pincele a massa com o ovo batido e leve ao forno (ainda a 200º) por cerca de meia hora até dourar.


O resultado:
Vou falar que a torta fica danada de boa. 

A massa ficou bem esfarelenta, do jeito que eu gosto e acho que a massa podre deveria ser sempre. Como pura se bobear!
Comemos um pedaço  dela no dia e depois de uns dois meses descongelamos e comemos mais um pouco com uma salada verde para acompanhar. E a torta descongelada estava tão boa
quanto a fresquinha. E para congelar, apenas deixei esfriar bem antes, cortei e pedaços menores e pus e potinhos de plástico normais.




Ficou mara! rsss

domingo, 19 de maio de 2013

Tá frio, né? Que tal brincar de bistrô em casa?

Eu já sou uma adoradora das sopas. Para mim, não tem essa de sopa só no inverno ou verão.
Mas tem algumas que eu prefiro fazer no inverno, como essa sopa de cebola com vinho.
A receita normalmente, é com vinho tinto, mas tenho feito com vinho branco e gostei mais.
Acho que combina melhor com o sabor adocicado da cebola. 

O único cuidado que eu tenho é sempre usar vinho branco e seco.
Então na sexta fiz a receita com a variação do vinho branco e  para brincar de bistrô, acrescentamos uma fatia de ciabata com queijo prato derretido no maçarico culinário.



Olha a carinha que fica essa sopa...

Nem preciso dizer que ficou tudo de bom, né?
Recomendo muito!



Delicinha no frio
E vocês, têm receitinhas especiais de inverno também?



domingo, 1 de abril de 2012

Receita do fim de semana - Massa com cogumelos e nirá (alho japonês)

Essa receita de hoje surgiu de uma baita improvisação. Tínhamos aqui em casa funghi secchi, um resto de um pacote de massa (sempre fazemos metade) e cogumelo congelado D'Aucy.
O alho japonês, nirá, eu conheci há pouco tempo, num restaurante japonês e adorei. Tem um sabor que fica lembra muito a cebolinha, mas é mais delicado. Hoje comprei para fazer o meu primeiro caldo de legumes caseiro (depois conto como ficou) e já que ia sobrar, resolvi fazer um prato para juntar todos esses ingredientes e ficou assim:

Não sobrou nadinha. Tava bom...

Os ingredientes
Creme de leite fresco (usei mais ou menos 250 ml)
Capellini (cerca de 300 g)
Um punhado de funghi secchi (depois de hidratados, deu a medida de uma concha cheia)
Duas colheres de sopa de cogumelos congelados D'Aucy
Duas colheres de sopa de nirá picado
Uma colher de sopa de manteiga
Sal e pimenta (usei a branca) a gosto


Piquei o nirá e o funghi, acrescentei o cogumelo congelado e refoguei na manteiga. Os cogumelos soltaram bastante água e quando estavam secos novamente, juntei o creme de leite, corrigi o sal e acrescente um pouco de pimenta branca moída na hora. Deixei cozinhar por uns 15 ou 20 minutos e estava pronto!


Aí foi só misturar com a massa e ficou uma delícia. Mesmo! Fácil e delicioso!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Dica rápida do dia: risoto de funghi

Passei só para deixar uma dica rápida, que nunca vi em lugar nenhum, mas achei que fez toda a diferença no meu risoto de funghi.A receita é aquela bem básica que a gente acha em qualquer lugar (aka Google), mas o truque mesmo é o seguinte: após deixar o funghi secchi hidratando, a água vai ficar bem escura e ao invés de jogar essa água fora, use para fazer o caldo do risoto. Além da cor, vai dar um aroma e um sabor bem gostoso.
O resultado, é esse aí.

Ah, e outra dica. Normalmente, nessas receitas que a gente vê na Internet, tem a quantidade do funghi medida em gramas. Mas esse peso deve ser considerado depois de hidratar o cogumelo.
Isso é muito importante, porque nas primeiras vezes que eu fiz, não sabia que era assim e o risoto ficava muito forte, com uma quantidade de funghi maior do que o necessário.
Acrescente a isso umas taças de vinho e seu fígado vai querer pedir asilo político.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Receita do fim de semana: Tomatinhos Confit

Essa receita eu peguei do blog Figos & Funghis e gostei porque reune várias coias que adoro: tomates, azeite e praticidade.
Não resisto a nada que tenha quantidades industriais de azeite. Deve ser a mistura de sangue português, italiano e espanhol!

A única alteração que eu fiz na receita foi usar flor de sal (aquela que mostrei aqui) e majericão roxo, porque era o que tinha em casa.
Comemos ainda meio morno sobre pão italiano torradinho na assadeira com azeite. Ficou tão bom, que nem deu tempo de tirar foto.
Mas quando saiu do forno, tinha essa carinha aqui:


Tomatinho delicinha!
A receita:
Ingredientes:
500g de tomates do tipo uva (ou pera, ou cereja, ou ainda, italiano)
1 xícara de azeite de boa qualidade
1 colher de café rasa de sal
2 dentes de alho descascados e fatiados
1 ramo de alecrim fresco
1 ramo de tominho fresco
folhas de manjericão fresco
pimenta calabresa desidratada (ou do reino moída na hora)
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
Modo de Preparo: Corte os tomatinhos ao meio no sentido do comprimento. Numa tigela acomode os tomates e regue com o azeite e tempere com o vinagre, o sal e a pimenta. Deixe descansar por 10 minutos. Enquanto isso pré-aqueça o forno em 180º – se preferir faça na chama do fogão, na menor boca e na temperatura mais baixa possível. Passe os tomatinhos para uma assadeira ou refratário e cubra com todo o azeite e temperos. Por fim deite os ramos de alecrim, tomilho e as folhas de manjericão sobre os tomates e leve ao forno por 45 minutos / 50 minutos, dependendo da potência do seu forno. O ponto ideal é quando a pele dos tomates estiver um pouco enrugadinha, mas os tomates não devem desmanchar, por isso evite ficar mexendo neles. Retire do forno, espere esfriar um pouco e sirva com pães ou torradas. Se quiser armazenar guarde em potes de vidro com tampa e já esterilizados em água fervente. Eles duram até 2 semanas na geladeira.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Receita do fim de semana: sopa de cebola com vinho

Agora, nessa minha nova fase de moça de família (rsss), tenho me arriscado a fazer algumas receitinhas mais legais. E as que forem dando certo, vou colocando aqui.

Essa receita, eu peguei na ChefTV, que é um canal que eu adoro. É daquela Trish Dasquantas, que é uma irlandesa que é especializada em culinária francesa.

Como no programa ela não deu as medidas, na hora de preparar a gente deu uma adaptada e acho que ficou bem legal. Rendeu quatro pratos bem servidos.

Os ingredientes:
5 cebolas grandes
2 dentes de alho
vinho tinto
caldo de galinha
manteiga sem sal
azeite de oliva
1 litro de água

O preparo:
Dissolva o caldo pronto (eu usei aquele de potinho, que é tipo um gel) em um litro de água fervente e reserve.


Corte as cebolas em fatias finas. Sugiro a ajuda de marido nessa fase. É uma coisa que une o casal, sabe? Os dois chorando de emoção ao cozinhar juntos em perfeita harmonia! rss
Fatie os dentes de alho.
Coloque o azeite, a manteiga e os alhos numa frigideira grande e funda ou numa panela grande e doure um pouco.
Acrescente as cebolas e deixe-as dourar. Não deve ficar crocante. Ela vai murchar e ficar macia e você vai ter vontade de comer a cebola com pão francês (eu tive, pelo menos), mas resista.

Nessa fase, acrescente, acrescente o vinho tinto seco e deixe ferver por uns cinco minutos. Eu coloquei o suficiente para praticamente cobrir as cebolas (mais ou menos meia garrafa). Usei vinho da uva Carmenere, uma coisa assim, sobras de casório, sabe?

A cebola começando a cozinhar com o vinho:


Depois de uns minutinhos, fica assim:


Quando o vinho tiver reduzido um pouco, acrescente o caldo e deixe cozinhar por meia hora.


Este é momento certo para tomar uma taça de vinho, no melhor estilo: cozinho e beberico.

E está pronto!

Na receita original, a Trish colocava a sopa em refratários individuais, colocava torradinhas com queijo por cima e gratinava no forno.

Na minha receita, a gente sai correndo para a cozinha, enche um prato bem fundo, pega pão francês e se delicia!

Foi um sucesso total lá em casa. Marido disse que estava melhor que a sopa de cebola do restaurante de Paris. Ulalá! Me senti o máximo! Naturalmente, não houve uma sobra.

Perfeito para dar uma animada nesse fim de semana gelado, né?

Se alguém fizer a receita, depois me conta se ficou bom? Vou adorar saber!