Aí que queria fazer kibe de forno. Tava com a lombra do kibe de forno.Não achei trigo para kibe e pensei que a quinoa que anda encalhada aqui em casa (marido não gosta de quinoa) poderia substituir muito bem. E não é que ficou uma delícia?
Então, vim compartilhar essa receitinha fácil e gostosa com vocês (essa receita não tem foto, porque a fome foi tanta que ficou fora de foco! Mas tava tão bom que eu achei que valia postar mesmo assim.
Para duas pessoas é necessário:
1/2 xícara de quinoa crua (depois de cozida, vai dobrar de tamanho)
1 cebola pequena picada
300 g de carne moída da sua preferência (usei patinho)
2 dentes de alho bem picadinhos
Requeijão em barra ralado (usei mais ou menos uma xícara, mas se não tiver, use o queijo que preferir, e se não quiser rechear, não recheia, ué!)
Sal a gosto
azeite para untar a forma
A primeira coisa a fazer, é cozinhar a quinoa. Eu cozinho assim: coloco a quinoa lavada na panela (quinoa tem que ser muito bem lavada, senão o gosto fica estranho), acendo o fogo e deixo dar uma secada. Quando estiver mais seca, coloco o dobro de água (nesse caso, uma xícara), um pouco de sal e deixo cozinhar tampada até a água secar.
Quando a quinoa ficou pronta, deixei esfriar uns minutinhos e depois misturei os outros ingredientes (menos o queijo) até formar uma massa. Acho mais fácil misturar com a mão, mas se preferir, use uma colher.
Coloquei metade da massa num refratário, depois o requeijão em barra ralado no meio e cobri com a outra metade da massa. (Aliás, o que é o requeijão em barra? Tudo na vida de uma pessoa que cozinha, é muito versátil. E delicioso! Dá para usar em tudo que fica bom!)
Coloquei no forno pré aquecido a temperatura média (mais ou menos 140°) e fiquei observando até ver que estava assado. Levou uns 35 minutos.
Não ficou muito bonito, mas ficou muito, muito gostoso. Comemos com uma saladinha.
Agora já tenho como desovar a quinoa encalhada. Certeza que vai virar tudo kibe!
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domingo, 29 de março de 2015
domingo, 2 de novembro de 2014
Pernil de cordeiro assado por oito horas
Não sei isso já aconteceu com vocês antes, mas quando comprei o livro "Quando Katie cozinha" da Editora Panelinha, folheei e não me interessei por nenhuma receita. Tudo me pareceu pesado, estranho, mas eu acho que eu é que devia estar azeda no dia, porque há duas semanas, quando peguei de novo para olhar, o efeito foi o inverso, porque fiquei com vontade de fazer várias das receitas.
E para estrear as receitas aqui em casa, escolhi o pernil de cordeiro.
Apesar de ficar oito horas (sim, oito horas!) no forno, a preparação em si é simples.
Como sempre, dei umas adaptadas (de leve) nos ingredientes e quantidades, mas o resultado foi excelente.
Para 4 a 6 pessoas você vai precisar:
Cordeiro
2 cebolas cortadas em quatro
2 cabeças de alho cortadas ao meio +
12 dentes de alho descascados cortados no sentido do comprimento
2 maços de alecrim
1 pernil de cordeiro (o que usei tinha cerca de 2,200 kg)
azeite
vinho branco (para borrifar por cima de tempos em tempos)
sal e pimenta do reino a gosto
cerca de 200 gramas de queijo feta (cortei em cubos grandes e acho que dá para substituir por qualquer queijo branco duro, salgado e esfarelento. Sei que tem alguns assim em Minas que eu já comi, mas não lembro o nome. Acho que se bobear, ficaria bom com o queijo coalho também)
Molho de ervas e limão
1 punhado grande de manjericão, hortelã e salsinha lisa
1 colher de chá de mostarda dijon
1 colher de chá de vinagre de vinho branco
1 colher de sopa de alcaparras lavadas
raspas e suco de 1 limão siciliano
1/2 xícara de azeite (acrescente mais se achar necessário)
A primeira coisa a fazer é preaquecer o forno a 140° (beeem baixo). Recomendo muito usar o termômetro de forno, se você tiver, é claro.
Coloque as cebolas e as metades dos alhos no fundo de uma assadeira grande e regue com um pouco de azeite (vai ajudar depois na hora de limpar). Por cima, coloque os ramos de 1 maço de alecrim formando uma espécie de cama.
Passe uma pouco de azeite nas mãos e massageie o cordeiro. Com uma faca afiada pequena, faça doze cortes no pernil com mais ou menos 2,5 cm de profundidade. Em cada corte, coloque duas metades de alho e meio ramo de alecrim dobrado ao meio.
Coloque em cima da cama de temperos, tempere com sal e pimenta do reino, dê uma última regada de azeite e coloque no forno coberto com papel alumínio, que deverá ficar meio solto e inserido na parte interna da assadeira.
De tempos em tempos, dê uma olhada e caso ache que está seco, borrife o vinho branco.
Eu só achei necessário borrifar a partir da quarta hora de forno, porque no começo, a gordura do pernil derreteu e manteve a carne úmida.
Após as oitos horas, retire do forno e deixe descansar por pelo menos 20 minutos antes de desfiar.
Para fazer o molho, é só bater todos os ingredientes no liquidificador. Deve ficar como um pesto fino. E sugiro que você dê uma experimentada à medida que fizer, porque eu precisei ajustar o sabor com mais ervas, porque no começo tava muito ácido.
Por fim, coloque o cordeiro desfiado numa travessa, acrescente o queijo, o molho e se delicie.
Para servir, usei o grande amigo, cuscuz marroquino (sobre o qual já falei aqui e aqui) e salada. Foi sucesso de público e crítica. E ainda teve sobras para o almoço do dia seguinte, quando o sabor ficou ainda melhor.
É um prato para fazer com tempo, mas recomendo demais!
Se alguém lembrar o nome do queijo branco, duro e esfarelento de Minas me avisa nos comentários?
E para estrear as receitas aqui em casa, escolhi o pernil de cordeiro.
Apesar de ficar oito horas (sim, oito horas!) no forno, a preparação em si é simples.
Como sempre, dei umas adaptadas (de leve) nos ingredientes e quantidades, mas o resultado foi excelente.
Para 4 a 6 pessoas você vai precisar:
Cordeiro
2 cebolas cortadas em quatro
2 cabeças de alho cortadas ao meio +
12 dentes de alho descascados cortados no sentido do comprimento
2 maços de alecrim
1 pernil de cordeiro (o que usei tinha cerca de 2,200 kg)
azeite
vinho branco (para borrifar por cima de tempos em tempos)
sal e pimenta do reino a gosto
cerca de 200 gramas de queijo feta (cortei em cubos grandes e acho que dá para substituir por qualquer queijo branco duro, salgado e esfarelento. Sei que tem alguns assim em Minas que eu já comi, mas não lembro o nome. Acho que se bobear, ficaria bom com o queijo coalho também)
Molho de ervas e limão
1 punhado grande de manjericão, hortelã e salsinha lisa
1 colher de chá de mostarda dijon
1 colher de chá de vinagre de vinho branco
1 colher de sopa de alcaparras lavadas
raspas e suco de 1 limão siciliano
1/2 xícara de azeite (acrescente mais se achar necessário)
A primeira coisa a fazer é preaquecer o forno a 140° (beeem baixo). Recomendo muito usar o termômetro de forno, se você tiver, é claro.
Coloque as cebolas e as metades dos alhos no fundo de uma assadeira grande e regue com um pouco de azeite (vai ajudar depois na hora de limpar). Por cima, coloque os ramos de 1 maço de alecrim formando uma espécie de cama.
Passe uma pouco de azeite nas mãos e massageie o cordeiro. Com uma faca afiada pequena, faça doze cortes no pernil com mais ou menos 2,5 cm de profundidade. Em cada corte, coloque duas metades de alho e meio ramo de alecrim dobrado ao meio.
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| Tá meio desfocado, mas é só para dar idéia de como fica |
Coloque em cima da cama de temperos, tempere com sal e pimenta do reino, dê uma última regada de azeite e coloque no forno coberto com papel alumínio, que deverá ficar meio solto e inserido na parte interna da assadeira.
De tempos em tempos, dê uma olhada e caso ache que está seco, borrife o vinho branco.
Eu só achei necessário borrifar a partir da quarta hora de forno, porque no começo, a gordura do pernil derreteu e manteve a carne úmida.
Após as oitos horas, retire do forno e deixe descansar por pelo menos 20 minutos antes de desfiar.
Para fazer o molho, é só bater todos os ingredientes no liquidificador. Deve ficar como um pesto fino. E sugiro que você dê uma experimentada à medida que fizer, porque eu precisei ajustar o sabor com mais ervas, porque no começo tava muito ácido.
Por fim, coloque o cordeiro desfiado numa travessa, acrescente o queijo, o molho e se delicie.
Para servir, usei o grande amigo, cuscuz marroquino (sobre o qual já falei aqui e aqui) e salada. Foi sucesso de público e crítica. E ainda teve sobras para o almoço do dia seguinte, quando o sabor ficou ainda melhor.
É um prato para fazer com tempo, mas recomendo demais!
Se alguém lembrar o nome do queijo branco, duro e esfarelento de Minas me avisa nos comentários?
sábado, 10 de maio de 2014
Polenta ítalo-mineira
Esse prato é, na verdade, bem simples. O diferencial fica por conta de alguns detalhes.
O primeiro é o uso da polenta branca (a mesma que eu usei aqui) e o segundo é a couve cozida dentro da polenta.
No fim, você tem uma polenta com as cores da bandeira da Itália, mas com a mineirice da couve.
Fora dizer que fica perfeita para o friozinho que está chegando.
Para duas pessoas que comem bem, você vai precisar:
1 xícara de polenta branca
6 xícaras de caldo de legumes
8 ou 10 folhas de couve, desta vez, orgânica (eu fatiei grosso, porque apesar do avô mineiro, não tenho o dom de fatiar a couve fininha)
1 pote de extrato de tomate (usei o Blessing, orgânico e muito gostoso)
250 g de carne moída (patinho, como sempre)
1/2 cebola (a que tinha aqui em casa era gigante, mas se você tiver uma cebola normal pode por inteira)
pimenta calabresa (se gostar)
sal
azeite para refogar a cebola
Para fazer, a primeira coisa é colocar o caldo para ferver, quando estiver fervendo, vá acrescentando a polenta aos poucos, até colocar toda e levantar fervura. Nesse ponto, você irá colocar a tampa e mexer de vez em quando. Esse processo leva entre meia hora e quarenta minutos, porque a polenta branca demora para ficar cozida. Experiente no final e se já estiver cozida, acrescente a couve. Basta deixar com a couve uns cinco minutos.
Em outra panela, refogue a cebola com um pouco de azeite. Quando estiver transparente, acrescente a carne e refoque. Depois acrescente o extrato de tomate, um pouco de sal e de pimenta calabresa. Se achar que está muito grosso, ponha água. Deixe apurar por pelo menos quinze minutos.
Depois é só servir.
Falei que era simples, né?
O primeiro é o uso da polenta branca (a mesma que eu usei aqui) e o segundo é a couve cozida dentro da polenta.
No fim, você tem uma polenta com as cores da bandeira da Itália, mas com a mineirice da couve.
Fora dizer que fica perfeita para o friozinho que está chegando.
Para duas pessoas que comem bem, você vai precisar:
1 xícara de polenta branca
6 xícaras de caldo de legumes
8 ou 10 folhas de couve, desta vez, orgânica (eu fatiei grosso, porque apesar do avô mineiro, não tenho o dom de fatiar a couve fininha)
1 pote de extrato de tomate (usei o Blessing, orgânico e muito gostoso)
250 g de carne moída (patinho, como sempre)
1/2 cebola (a que tinha aqui em casa era gigante, mas se você tiver uma cebola normal pode por inteira)
pimenta calabresa (se gostar)
sal
azeite para refogar a cebola
Para fazer, a primeira coisa é colocar o caldo para ferver, quando estiver fervendo, vá acrescentando a polenta aos poucos, até colocar toda e levantar fervura. Nesse ponto, você irá colocar a tampa e mexer de vez em quando. Esse processo leva entre meia hora e quarenta minutos, porque a polenta branca demora para ficar cozida. Experiente no final e se já estiver cozida, acrescente a couve. Basta deixar com a couve uns cinco minutos.
Em outra panela, refogue a cebola com um pouco de azeite. Quando estiver transparente, acrescente a carne e refoque. Depois acrescente o extrato de tomate, um pouco de sal e de pimenta calabresa. Se achar que está muito grosso, ponha água. Deixe apurar por pelo menos quinze minutos.
Depois é só servir.
Falei que era simples, né?
terça-feira, 6 de maio de 2014
Bolo de carne diferente
Uma das regras do Michael Pollan é" nunca como nada que sua avó não reconheceria como comida". Um exemplo que ele dá disso é aquela bisnaga de queijo que parece um tubo de pasta de dente. Isso deve ser mais comum nos EUA, mas já tem em alguns supermercados por aqui.
Se faça a pergunta: minha vó, ou minha bisavó, reconheceria esse tubo metálico como queijo? Com certeza, não, né?
Mas uma coisa que todo mundo reconhece como comida é um bolo de carne moída caseiro.
Ontem à noite fiz um para jantarmos, mas com uma diferença: coloquei batata na "massa" do bolo. Pode não ter ficado muito bonito, mas ficou bom demais!
Para duas pessoas você vai precisar:
250 g de carne moída (usei patinho)
2 batatas
1/2 cebola ralada (ou bem picadinha)
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de mostarda
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
cebolinha picada a gosto
mostarda, se quiser e gostar
2 batatas
leite, se precisar
A primeira coisa é cozinhar a batata e deixar esfriar uma meia hora.
Depois disso, misture numa vasilha todos os ingredientes e esprema a batata com um espremedor por cima de tudo. Misture bem e se achar que está um pouco difícil de mexer, acrescente um pouco de leite.
Esse bolo de carne fica molinho, então o ideal é fazer em ramequins refratários ou num pirex.
Unte a forma escolhida com azeite e coloque no forno médio por cerca de 40 minutos.
Sei que ele não está exatamente bonito, mas ficou uma delícia. Por fora ficou sequinho e quase crocante e por dentro ficou muito macio por causa da batata espremida. Para acompanhar, uma bela saladinha.
Comidinha com jeito de casa!
Se faça a pergunta: minha vó, ou minha bisavó, reconheceria esse tubo metálico como queijo? Com certeza, não, né?
Mas uma coisa que todo mundo reconhece como comida é um bolo de carne moída caseiro.
Ontem à noite fiz um para jantarmos, mas com uma diferença: coloquei batata na "massa" do bolo. Pode não ter ficado muito bonito, mas ficou bom demais!
Para duas pessoas você vai precisar:
250 g de carne moída (usei patinho)
2 batatas
1/2 cebola ralada (ou bem picadinha)
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de mostarda
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
cebolinha picada a gosto
mostarda, se quiser e gostar
2 batatas
leite, se precisar
A primeira coisa é cozinhar a batata e deixar esfriar uma meia hora.
Depois disso, misture numa vasilha todos os ingredientes e esprema a batata com um espremedor por cima de tudo. Misture bem e se achar que está um pouco difícil de mexer, acrescente um pouco de leite.
Esse bolo de carne fica molinho, então o ideal é fazer em ramequins refratários ou num pirex.
Unte a forma escolhida com azeite e coloque no forno médio por cerca de 40 minutos.
Sei que ele não está exatamente bonito, mas ficou uma delícia. Por fora ficou sequinho e quase crocante e por dentro ficou muito macio por causa da batata espremida. Para acompanhar, uma bela saladinha.
Comidinha com jeito de casa!
sábado, 23 de novembro de 2013
Medalhão de mignon ao poivre vert
Essa receita é clássica e muito fácil.
Só tem uma coisa que é difícil: achar a bendita pimenta verde em conserva. Essa vai ser a parte mais complicada, acredite!
Para fazer, usei esse receita AQUI. E só adaptei as quantidades de acordo com o meu gosto e para a quantidade de carne que usamos.
seis medalhões de filé mignon
azeite para refogar
400 ml de creme de leite fresco
3 colheres de sopa de pimenta verde picada grosseiramente
1 xícara de chá de vinho branco seco
3 colheres de sopa de conhaque (usei brandy, que era o que tinha em casa)
sal a gosto
Fiz um bom e velho arroz (que dessa vez foi o integral), servimos e mandamos ver. Ficou mais gostoso do que bonito, garanto.
| Nada fácil encontrar |
Dica: se o marido acrescentar de forma clandestina um pouco de pimenta do reino moída ao molho na hora que você sair da cozinha, vai ficar bom. Essa dica é baseada em fatos reais.:)
domingo, 6 de outubro de 2013
Como alimentar muitas pessoas com pouco esforço ou as maravilhas do cuscuz marroquino
A primeira vez que comi o tão falado cuscuz marroquino confesso que não dei muita bola.
Experimentei e acostumada que estava com o cuscuz paulista, pensei: "o cuscuz marroquino é só essa farofinha estranha?".
Mas quando casei e descobri quão fácil é fazer essa mistura, virei fã.
Basicamente você pega uma certa quantidade do cuscuz marroquino (que vende nos mercados maiores) e coloca numa tigela com a mesma quantidade de água fervente com sal, tampa e deixa por cinco minutos. E só. Você tem um carboidrato para comer com uma carne no jantar, para acompanhar uma salada, para comer até com feijão.
Ele substitui facilmente o arroz, mas é muito mais fácil de fazer.
Por isso também é uma boa opção para receber pessoas e fazer uma comida rápida, mas com sabor.
A receita que eu fiz peguei do livro Culinária Expressa e, lógico, fiz algumas alterações.
Ah, e para essa receita é melhor ter uma daquelas panelas que vão do fogo ao forno.
Se você não tiver, dada a facilidade do cuscuz ficar pronto, acho que dá certo do mesmo jeito.
Ingredientes (para oito pessoas famintas):
500 g de cuscuz marroquino (usei o Casino)
650 ml de caldo de carne
6 alhos porós em rodelas (usar especialmente a parte branca)
6 dentes de alho fatiados
600 g de carne moída
187 ml de vinho branco seco (aquela garrafinha menor de todas)
sal a gosto
azeite para refogar
Preparo:
Preaqueça o forno a 150°.
Na panela, coloque o azeite e refogue o alho poró.
Quando estiver molinho e transparente, acrescente a carne moída e o alho fatiado. Refoque até a carne perder o tom vermelho (deve demorar uns cinco minutos). Coloque um pouco de sal.
Após, acrescente o vinho e deixe ferver até evaporar (uns três minutos).
Coloque o caldo de carne e deixe ferver. Assim que ferver, coloque todo o cuscuz marroquino, mexe, põe mais um pouco de sal (sempre provando), tampe a panela e leve ao forno.
Deixe por 15 minutos e está pronto!
E na hora de servir, um fio de azeite por cima faz uma diferença boa!
Foi sucesso de público e crítica, tanto é que não sobrou nada para contar história.
E convenhamos, super fácil, né?
Experimentei e acostumada que estava com o cuscuz paulista, pensei: "o cuscuz marroquino é só essa farofinha estranha?".
Mas quando casei e descobri quão fácil é fazer essa mistura, virei fã.
Basicamente você pega uma certa quantidade do cuscuz marroquino (que vende nos mercados maiores) e coloca numa tigela com a mesma quantidade de água fervente com sal, tampa e deixa por cinco minutos. E só. Você tem um carboidrato para comer com uma carne no jantar, para acompanhar uma salada, para comer até com feijão.
Ele substitui facilmente o arroz, mas é muito mais fácil de fazer.
Por isso também é uma boa opção para receber pessoas e fazer uma comida rápida, mas com sabor.
A receita que eu fiz peguei do livro Culinária Expressa e, lógico, fiz algumas alterações.
Ah, e para essa receita é melhor ter uma daquelas panelas que vão do fogo ao forno.
Se você não tiver, dada a facilidade do cuscuz ficar pronto, acho que dá certo do mesmo jeito.
| Panelão cheio e pronto |
Ingredientes (para oito pessoas famintas):
500 g de cuscuz marroquino (usei o Casino)
650 ml de caldo de carne
6 alhos porós em rodelas (usar especialmente a parte branca)
6 dentes de alho fatiados
600 g de carne moída
187 ml de vinho branco seco (aquela garrafinha menor de todas)
sal a gosto
azeite para refogar
Preparo:
Preaqueça o forno a 150°.
Na panela, coloque o azeite e refogue o alho poró.
Quando estiver molinho e transparente, acrescente a carne moída e o alho fatiado. Refoque até a carne perder o tom vermelho (deve demorar uns cinco minutos). Coloque um pouco de sal.
Após, acrescente o vinho e deixe ferver até evaporar (uns três minutos).
Coloque o caldo de carne e deixe ferver. Assim que ferver, coloque todo o cuscuz marroquino, mexe, põe mais um pouco de sal (sempre provando), tampe a panela e leve ao forno.
Deixe por 15 minutos e está pronto!
E na hora de servir, um fio de azeite por cima faz uma diferença boa!
| E no prato, com essa carinha tão simpática |
Foi sucesso de público e crítica, tanto é que não sobrou nada para contar história.
E convenhamos, super fácil, né?
domingo, 29 de setembro de 2013
Polpetone (mais ou menos) fácil
Olá!
Em primeiro lugar, quero explicar que o mais ou menos do título é porque, na minha opinião, qualquer prato que precise ser cozido em dois tipos de panela diferentes não é exatamente fácil.
Não é difícil também, mas não é aquela coisa de jogar na panela e sair pronto.
Ontem estava a fim de fazer um polpetone e procurei receitas na net (onde começam a maioria das minhas pesquisas) e todas que achei me pareceram muito complicadas e até com uns ingredientes meio bizarros, então, resolvi fazer do meu jeito e como ficou muito bom, deixo mais uma opção de receita de polpetone para vocês.
Os ingredientes (rende 4 polpetones de bom tamanho)
500g de carne moída (usei patinho)
1 ovo
1/2 colher de sopa de tomilho fresco (usei tomilho porque o meu vaso está parecendo uma moita e tenho que dar saída para ele, mas acho que salsinha ou cebolinha também ficariam ótimos)
2 colheres de sopa de farinha de trigo (usei integral, porque só tinha essa em casa)
sal e pimenta do reino a gosto
1/2 cebola picada bem miudinha
2 dentes de alho (gordinhos, porque gosto bastante de alho)
1 espirrada de molho inglês (opcional)
1/2 colher de sopa de mostarda dijon (opcional)
mussarela em fatias (dizem que o certo é com ç, mas me recuso a escrever assim)
molho de tomate pronto (usei o pronto da lata mesmo)
parmesão (prefiro em lascas, mas fica a seu critério)
Preparo
Misture com as mãos todos os ingredientes (menos os queijos e o molho), até obter uma mistura nem muito mole nem muito dura. Sei que isso é bem subjetivo, mas você vai conseguir sentir na mão.
Comece a preparar discos de carne como se fosse fazer um hamburguer. No meio do disco, coloque duas fatias de mussarela dobradas em quatro e tampe com outro disco de carne. Vá repetindo até acabar com a carne. E tome cuidado para ver se não tem nenhum lugar por onde o queijo pode escapar quando derreter.
Empilhe os polpetones e coloque na geladeira por uns quinze minutos para dar uma firmadinha. Para separar, eu usei pedaços de papel manteiga.
Após desse tempo, pegue uma frigideira (de preferência antiaderente), coloque um pouquinho de óleo e frite os polpetones dos dois lados. É uma fritada rápida, eles ainda vão ficar crus no meio.
Depois disso, coloque os polpetones numa assadeira ou refratário e com uma colher pegue um pouco do molho (peguei direto da lata) e espalhe por cima. Finalize com um punhado de parmesão em cima de cada um e coloque no forno médio por meia hora.
Depois disso é só servir! De preferência com uma massa.
Em primeiro lugar, quero explicar que o mais ou menos do título é porque, na minha opinião, qualquer prato que precise ser cozido em dois tipos de panela diferentes não é exatamente fácil.
Não é difícil também, mas não é aquela coisa de jogar na panela e sair pronto.
Ontem estava a fim de fazer um polpetone e procurei receitas na net (onde começam a maioria das minhas pesquisas) e todas que achei me pareceram muito complicadas e até com uns ingredientes meio bizarros, então, resolvi fazer do meu jeito e como ficou muito bom, deixo mais uma opção de receita de polpetone para vocês.
Os ingredientes (rende 4 polpetones de bom tamanho)
500g de carne moída (usei patinho)
1 ovo
1/2 colher de sopa de tomilho fresco (usei tomilho porque o meu vaso está parecendo uma moita e tenho que dar saída para ele, mas acho que salsinha ou cebolinha também ficariam ótimos)
2 colheres de sopa de farinha de trigo (usei integral, porque só tinha essa em casa)
sal e pimenta do reino a gosto
1/2 cebola picada bem miudinha
2 dentes de alho (gordinhos, porque gosto bastante de alho)
1 espirrada de molho inglês (opcional)
1/2 colher de sopa de mostarda dijon (opcional)
mussarela em fatias (dizem que o certo é com ç, mas me recuso a escrever assim)
molho de tomate pronto (usei o pronto da lata mesmo)
parmesão (prefiro em lascas, mas fica a seu critério)
Preparo
Misture com as mãos todos os ingredientes (menos os queijos e o molho), até obter uma mistura nem muito mole nem muito dura. Sei que isso é bem subjetivo, mas você vai conseguir sentir na mão.
Comece a preparar discos de carne como se fosse fazer um hamburguer. No meio do disco, coloque duas fatias de mussarela dobradas em quatro e tampe com outro disco de carne. Vá repetindo até acabar com a carne. E tome cuidado para ver se não tem nenhum lugar por onde o queijo pode escapar quando derreter.
Empilhe os polpetones e coloque na geladeira por uns quinze minutos para dar uma firmadinha. Para separar, eu usei pedaços de papel manteiga.
Após desse tempo, pegue uma frigideira (de preferência antiaderente), coloque um pouquinho de óleo e frite os polpetones dos dois lados. É uma fritada rápida, eles ainda vão ficar crus no meio.
Depois disso, coloque os polpetones numa assadeira ou refratário e com uma colher pegue um pouco do molho (peguei direto da lata) e espalhe por cima. Finalize com um punhado de parmesão em cima de cada um e coloque no forno médio por meia hora.
Depois disso é só servir! De preferência com uma massa.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Meu boeuf bourguignon
Esse prato é um prato perfeito para fim de semana, porque é de looongo preparo. Então, para mim, só rola no fim de semana.
É um prato bem tradicional da culinária francesa (ah, vá! com esse nome ia ser japonês?) e na verdade é apenas e tão somente uma carne ensopada.
Mas o segredo dele é justamente o preparo. Já mencionei que é longo?
Ingredientes:
500 g de músculos em pedaços grandes
2 cenouras
2 talos de salsão
500 ml de vinho tinto seco
2 ramos de alecrim
2 ramos de tomilho
1 folha de louro
200 g de champignon fresco
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de extrato de tomate
Preparo:
A primeira coisa, para mim, é limpar a carne. Já fiz com acém e com músculo, mas acho que fica mais saboroso com músculo. As aparas da carne, você pode congelar e juntar em quantidade suficiente para fazer um caldo de carne caseiro depois.
Aí, você pega essa carne, coloca numa travessa e cobre com o vinho e adiciona o tomilho, o alecrim e a folha de louro. Não ponha sal. Cubra a vasilha com plástico filme ou tampa, ou como for melhor, guarde na geladeira e deixe marinar por pelo menos 6 horas. Eu gosto de deixar de um dia para o outro, para ficar umas doze horas no vinho.
No dia seguinte (ou após o tempo da marinada), "pesque" o músculo do vinho e deixe escorrendo numa peneira sobre a vasilha da marinada com o resto do vinho.
Numa panela grande, refoque a cebola e a carne juntas, acrescentando uma colher de sopa de farinha de trigo. Na minha versão, eu não passo a carne na farinha antes (que é o método tradicional), simplesmente jogo na panela e dá certo. A farinha vai absorver um eventual excesso de líquido e permitir que a carne frite.
Quando já estiver dourado, coloque o vinho com as ervas na panela, tempere com um pouco de sal e pimenta e acrescente a colher de sopa de extrato de tomate. O extrato de tomate não é para dar sabor e sim cor, pois o vinho tinto quando cozido pode ficar meio acizentado e o extrato impede isso. Quando ferver, tampe, abaixe o fogo e deixe cozinhar por uma hora.
Após uma hora, coloque as cenouras e o salsão para cozinhar e tampe novamente. Nesse ponto, se for necessário, acrescente um pouco mais de água.
Deixe por mais uma hora, mexendo de vez em quando.
Após duas horas, a carne já deve estar macia. Se for necessário, deixe mais um pouco.
Caso a carne já esteja macia, está na hora de acrescentar os cogumelos e ajustar o sal e a pimenta.
Deixe cozinhar por uns dez minutos e voilá! Está pronto.
Sirva com um purezinho de batatas (para absorver o molhinho delicioso) e uma salada e vai ser um arraso.
Claro que um vinho tinto cai super bem para acompanhar.
Aproveita que é sexta-feira e faz um projeto culinário de fim de semana!
Experimentem e me contem!
É um prato bem tradicional da culinária francesa (ah, vá! com esse nome ia ser japonês?) e na verdade é apenas e tão somente uma carne ensopada.
Mas o segredo dele é justamente o preparo. Já mencionei que é longo?
Ingredientes:
500 g de músculos em pedaços grandes
2 cenouras
2 talos de salsão
500 ml de vinho tinto seco
2 ramos de alecrim
2 ramos de tomilho
1 folha de louro
200 g de champignon fresco
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de extrato de tomate
Preparo:
A primeira coisa, para mim, é limpar a carne. Já fiz com acém e com músculo, mas acho que fica mais saboroso com músculo. As aparas da carne, você pode congelar e juntar em quantidade suficiente para fazer um caldo de carne caseiro depois.
Aí, você pega essa carne, coloca numa travessa e cobre com o vinho e adiciona o tomilho, o alecrim e a folha de louro. Não ponha sal. Cubra a vasilha com plástico filme ou tampa, ou como for melhor, guarde na geladeira e deixe marinar por pelo menos 6 horas. Eu gosto de deixar de um dia para o outro, para ficar umas doze horas no vinho.
No dia seguinte (ou após o tempo da marinada), "pesque" o músculo do vinho e deixe escorrendo numa peneira sobre a vasilha da marinada com o resto do vinho.
Numa panela grande, refoque a cebola e a carne juntas, acrescentando uma colher de sopa de farinha de trigo. Na minha versão, eu não passo a carne na farinha antes (que é o método tradicional), simplesmente jogo na panela e dá certo. A farinha vai absorver um eventual excesso de líquido e permitir que a carne frite.
Quando já estiver dourado, coloque o vinho com as ervas na panela, tempere com um pouco de sal e pimenta e acrescente a colher de sopa de extrato de tomate. O extrato de tomate não é para dar sabor e sim cor, pois o vinho tinto quando cozido pode ficar meio acizentado e o extrato impede isso. Quando ferver, tampe, abaixe o fogo e deixe cozinhar por uma hora.
Após uma hora, coloque as cenouras e o salsão para cozinhar e tampe novamente. Nesse ponto, se for necessário, acrescente um pouco mais de água.
Deixe por mais uma hora, mexendo de vez em quando.
Após duas horas, a carne já deve estar macia. Se for necessário, deixe mais um pouco.
Caso a carne já esteja macia, está na hora de acrescentar os cogumelos e ajustar o sal e a pimenta.
Deixe cozinhar por uns dez minutos e voilá! Está pronto.
Sirva com um purezinho de batatas (para absorver o molhinho delicioso) e uma salada e vai ser um arraso.
Claro que um vinho tinto cai super bem para acompanhar.
Aproveita que é sexta-feira e faz um projeto culinário de fim de semana!
Não liguem para a foto.
Garanto que a foto não faz jus ao sabor do prato!
Experimentem e me contem!
domingo, 28 de julho de 2013
Almoço de domingo: ragu de ossobuco com polenta branca
Ai, ai, nada como a suavidade nas refeições.... sóqueaoconrário.
Hoje, nesse domingo friorento, mas com sol em São Paulo (finalmente), me animei para pegar o ossobuco do freezer, a polenta branca da despensa e fazer um almocinho bem light.
Vou falar que ficou uma delícia, e ainda teve uma sobrinha para outro molho maravilhoso.
Os ingredientes (para duas pessoas):
2 ossobucos
1 cebola
1 alho poró
1/2 xícara de cenoura ralada
4 dentes de alho
1 folha de louro
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho
1 lata de tomates pelados
1/2 garrafa de vinho tinto (usei o cabernet savignon do Clube dos Sommeliers, que é bom e barato)
1 xícara de polenta branca (usei a da marca Moretti, mas sei que tem outras)
azeite para refogar várias coisas
A receita do ossobuco:
Peguei esse receita aqui, mas como sempre, fiz algumas coisas do meu jeito.
Para começar, temperei os dois ossobucos com sal e pimenta do reino. Enquanto isso, piquei a cebola, o alho poró e descasquei os dentes de alho.
Numa frigideira, coloquei o azeite, esperei ficar bem quente e coloquei os ossobucos para dourar, cerca de 4 minutos cada lado.
Na panela de pressão, coloquei mais azeite, deixei esquentar e acrescentei o alho poró e a cebola picados e refoquei. Depois de um tempo, acrescentei a cenoura e refoguei mais um pouco.
Coloquei a carne na panela e acrescentei o vinho. Coloquei um pouco de água na garrafa vazia e usei para deglacear a frigideira e acrescentei na panela.
Coloquei o alho e as ervas e quando levantou fervura, tampei a panela de pressão. Quando pegou pressão, abaixei o fogo e deixei por 45 minutos.
Após esse tempo, tirei a panela do foro e coloquei embaixo d'água para perder a pressão. Ainda tinha bastante caldo, então voltei ao fogo alto e acrescentei a lata de tomates pelados. Deixei por cerca de 15 minutos assim. Ajustei os temperos com um pouco mais de sal e pimenta e estava pronto!
A polenta:
A receita, eu peguei aqui mas fiz uma pequena alteração. Então o que eu fiz foi colocar seis xícaras de água para ferver e quando estava quase levantando fervura, fui salpicando a polenta branca e mexendo. Coloquei um pouco de sal e quando engrossou e começou a ferver, baixei o fogo. Tem que deixar cozinhar essa polenta por 40 minutos, mexendo de vez em quando.
Dica: tampe a panela, ou deixei meio tampada. Essa polenta espirra muito e levei cerca de cinco minutos para perceber isso. Quando voltei na cozinha, só me fazia uma pergunta: Tem algum lugar onde NÃO tem polenta? A resposta foi: não. Tem polenta por todo lugar.
Para servir, acrescentei um pouco de mini agrião (numa singela homenagem a tradicional polenta com agrião mineira) e o resultado foi esse:
Para servir, um pouco de um vinho italiano honesto e com preço bom. Afinal, comer polenta e ossobuco sem vinho é praticamente uma heresia e não somos animais! Temos decência nessa casa!
Ah, e caso alguém esteja se perguntando porque eu servi com o osso, é porque a melhor parte do ossobuco, o tutano, ainda estava dentro do osso, pronto para ser saboreado como a delícia que é!
Hoje, nesse domingo friorento, mas com sol em São Paulo (finalmente), me animei para pegar o ossobuco do freezer, a polenta branca da despensa e fazer um almocinho bem light.
Vou falar que ficou uma delícia, e ainda teve uma sobrinha para outro molho maravilhoso.
Os ingredientes (para duas pessoas):
2 ossobucos
1 cebola
1 alho poró
1/2 xícara de cenoura ralada
4 dentes de alho
1 folha de louro
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho
1 lata de tomates pelados
1/2 garrafa de vinho tinto (usei o cabernet savignon do Clube dos Sommeliers, que é bom e barato)
1 xícara de polenta branca (usei a da marca Moretti, mas sei que tem outras)
azeite para refogar várias coisas
A receita do ossobuco:
Peguei esse receita aqui, mas como sempre, fiz algumas coisas do meu jeito.
Para começar, temperei os dois ossobucos com sal e pimenta do reino. Enquanto isso, piquei a cebola, o alho poró e descasquei os dentes de alho.
Numa frigideira, coloquei o azeite, esperei ficar bem quente e coloquei os ossobucos para dourar, cerca de 4 minutos cada lado.
Na panela de pressão, coloquei mais azeite, deixei esquentar e acrescentei o alho poró e a cebola picados e refoquei. Depois de um tempo, acrescentei a cenoura e refoguei mais um pouco.
Coloquei a carne na panela e acrescentei o vinho. Coloquei um pouco de água na garrafa vazia e usei para deglacear a frigideira e acrescentei na panela.
Coloquei o alho e as ervas e quando levantou fervura, tampei a panela de pressão. Quando pegou pressão, abaixei o fogo e deixei por 45 minutos.
Após esse tempo, tirei a panela do foro e coloquei embaixo d'água para perder a pressão. Ainda tinha bastante caldo, então voltei ao fogo alto e acrescentei a lata de tomates pelados. Deixei por cerca de 15 minutos assim. Ajustei os temperos com um pouco mais de sal e pimenta e estava pronto!
A polenta:
A receita, eu peguei aqui mas fiz uma pequena alteração. Então o que eu fiz foi colocar seis xícaras de água para ferver e quando estava quase levantando fervura, fui salpicando a polenta branca e mexendo. Coloquei um pouco de sal e quando engrossou e começou a ferver, baixei o fogo. Tem que deixar cozinhar essa polenta por 40 minutos, mexendo de vez em quando.
Dica: tampe a panela, ou deixei meio tampada. Essa polenta espirra muito e levei cerca de cinco minutos para perceber isso. Quando voltei na cozinha, só me fazia uma pergunta: Tem algum lugar onde NÃO tem polenta? A resposta foi: não. Tem polenta por todo lugar.
Para servir, acrescentei um pouco de mini agrião (numa singela homenagem a tradicional polenta com agrião mineira) e o resultado foi esse:
Para servir, um pouco de um vinho italiano honesto e com preço bom. Afinal, comer polenta e ossobuco sem vinho é praticamente uma heresia e não somos animais! Temos decência nessa casa!
Ah, e caso alguém esteja se perguntando porque eu servi com o osso, é porque a melhor parte do ossobuco, o tutano, ainda estava dentro do osso, pronto para ser saboreado como a delícia que é!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Receita: alcatra com cogumelos e massa na manteiga com cebolinha
Bateu a preguiça?
Tem pouca coisa em casa?
Quer fazer um jantarzinho simpático no fim de semana? Ou mesmo durante a semana?
Se você respondeu sim a alguma dessas perguntas, essa receita é para você!
(Obs.: Acho que os comerciais das facas Ginsu voltaram para me assombrar! rssss)
Nem ficou com cara de improviso, né?
Essa receita é muito fácil e gostosa.
Surgiu porque eu tinha um resto de massa fresca na despensa, mas a quantidade era muito pequena. Então ao invés da massa ser o prato principal, servi como acompanhamento.
Primeiro coloquei a água na panela para esquentar com sal e um pouco de óleo.
Numa frigideira, coloquei os bifes de alcatra e fritei com pouco óleo.
Tirei os bifes e na mesma frigideira coloquei um pouco de manteiga. Coloquei os cogumelos já hidratados (usei funghi), um pouco de cebolinha e deixei dourar. Quando todo o líquido dos cogumelos evaporou, desliguei o fogo e coloquei um pouco de creme de leite (cerca de meia xícara). Coloquei por cima dos bifes e guardei no microondas para não esfriar tão rápido.
Em outra panela, coloquei um pouco de cebolinha (sim, tinha um monte) para dourar com azeite. Quando ficou pronto, desliguei e misturei a massa. Simples!
Ficou uma delícia e com cara de elaborado, mas era basicamente uma reunião de restos de geladeira e despensa que deu certo!
Surgiu porque eu tinha um resto de massa fresca na despensa, mas a quantidade era muito pequena. Então ao invés da massa ser o prato principal, servi como acompanhamento.
Primeiro coloquei a água na panela para esquentar com sal e um pouco de óleo.
Numa frigideira, coloquei os bifes de alcatra e fritei com pouco óleo.
Tirei os bifes e na mesma frigideira coloquei um pouco de manteiga. Coloquei os cogumelos já hidratados (usei funghi), um pouco de cebolinha e deixei dourar. Quando todo o líquido dos cogumelos evaporou, desliguei o fogo e coloquei um pouco de creme de leite (cerca de meia xícara). Coloquei por cima dos bifes e guardei no microondas para não esfriar tão rápido.
Em outra panela, coloquei um pouco de cebolinha (sim, tinha um monte) para dourar com azeite. Quando ficou pronto, desliguei e misturei a massa. Simples!
Ficou uma delícia e com cara de elaborado, mas era basicamente uma reunião de restos de geladeira e despensa que deu certo!
domingo, 3 de março de 2013
Receitas brasileiras: Arroz de puta rica
Sim! Esse é o nome da receita. Para quem não conhece, trata-se de um prato goiano muito gostoso.
A primeira vez que comi esse prato foi no interior de São Paulo e simplesmente adorei. Mas como não encontrei mais em nenhum restaurante, resolvi fazer em casa. Com a sempre presente ajuda de marido, meu companheiro de todas as aventuras, claro!A receita eu peguei do livro "Viagem Gastrômica através do Brasil" do Caloca Fernandes, que é maravilhoso. Quero fazer váárias receitas de lá.
Aliás, não é curioso como a gente sabe fazer comida francesa, italiana,chinesa e muitas vezes não conhecemos pratos do nosso país? Eu tenho me interessado muito pela comida da nossa terra.
Mas vamos ao maravilhoso Arroz de Puta Rica, que dá vontade de fazer só pelo nome, né não? Mas garanto que é muito saboroso.
| O arroz prontinho |
Os ingredientes:
1 pote de bacon em cubos
azeite de oliva
2 gomos de linguiça toscana fresca em pedaços
1 linguiça calabresa defumada em rodelas
2 coxas com sobrecoxas cortadas em pedaços médios (usei com a pele e desossadas)
3 dentes de alho espremidos
3 xícaras de arroz comum
sal e pimenta a gosto
6 xícaras de água fervente
1 xícara de milho verde congelado
1/2 pode grande de palmito em conserva cortado em rodelas
1 xícara de ervilha congelada
1/2 xícara de azeitona verde
* Fiz algumas adaptações nos ingredientes por conta de gosto e outras coisas. Por exemplo: na receita original também vai meio quilo de carne seca e seis costelinhas de porco defumadas, mas como um dos convidados tem pressão alta, excluí esses ingredientes.
O preparo:
É super tranquilo de fazer.
Primeiro frita o bacon com azeite. Depois acrescenta o alho, o frango, a linguiça fresca e deixa fritar até dourar.
Aí acrescenta a linguiça defumada e deixa fritar um pouquinho.
Acrescenta o arroz e refoga tudo junto.
Coloca a água fervente, abaixa o fogo e deixa o arroz cozinhar com a panela semi tampada. Na minha panela, tive que acrescentar uma meia xícara de água fervente para cozinhar o arroz direito.
Com a panela desligada, acrescente o milho, o palmito, a ervilha e misture bem.
E é só servir!
| Panelão de arroz antes |
| Panelão de arroz logo depois |
O rendimento era de oito porções. Deu para 7 pessoas bastante esfomeadas comerem bem (mas se eu tivesse feito mais um pouquinho, tenho certeza que o povo comia).
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Sugestão para o fim de semana - Coxa e sobrecoxa de pato
Apesar de ser um super clássico, eu confesso que tinha preconceito com essa combinação de pato com laranja. Primeiro porque não gosto muito de misturar doce e salgado no mesmo prato e depois porque as vezes em que comi pato com algum molho de frutas, não gostei muito.
Aí, tínhamos no freezer essas duas coxas e sobrecoxas de pato e queríamos fazer um confit. Mas queríamos fazer o confit com gordura de pato e isso não é exatamente fácil de comprar.
E o pato foi ficando, ficando até que resolvemos fazer outra coisa e deu super certo.
Fizemos um mix das duas e o resultado foi esse:
Posso falar que ficou uma delícia. Muito saboroso mesmo. E tirou todo o meu preconceito em relação à mistura de pato com laranja. Além disso, como o pato foi assado bem lentamente, pegou muito o sabor dos temperos e a carne soltava do osso.
Ficou maravilhoso!
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